VOLTA PARA MIM
VOLTA PARA MIM
Alma Gêmea
É madrugada alta!
Estou aqui parada, absorta
Tentando saber a razão e o porque
Da tua decisão repentina
De dizer adeus à tua Menina!...
Eu sei que estás chorando,
Eu sei que estás sofrendo
Que teu coração está sangrando
E que não é isto que estás querendo...
Sei que tua alma está irrequieta
Sem ela, também, entender
O que te fez assim retroceder
Por que insistes, meu amor
Em fazer valer a razão
Em detrimento do bonito sentimento
Que por tanto tempo
Fez vibrar de alegria
O teu carente coração?!
Já não sei o que pensar!
Quisera eu penetrar
No mais intimo de ti
Para lá ir buscar o verdadeiro motivo
Que estás a me ocultar.
Fechas mais uma vez
O teu coração para mim
Sem te dares conta de que agindo assim
Causas a ti próprio um grande mal!
Eu não posso permitir
Que te arruines assim
Desculpa-me eu insistir:
Volta para mim!
Se não por mim, fazes por amor a ti
Não me respondas já.
Pondera tudo. Deixe a poeira baixar
E, de forma serena e calma, um outro dia,
Deixa a tua alma me falar
E se me assegurares, no entanto
Que eu fui na tua vida um ledo engano
Eu me recolho à minha insignificância
E no santuário da minha alma
Vou viver das tuas lembranças
Alma Gêmea
É madrugada alta!
Estou aqui parada, absorta
Tentando saber a razão e o porque
Da tua decisão repentina
De dizer adeus à tua Menina!...
Eu sei que estás chorando,
Eu sei que estás sofrendo
Que teu coração está sangrando
E que não é isto que estás querendo...
Sei que tua alma está irrequieta
Sem ela, também, entender
O que te fez assim retroceder
Por que insistes, meu amor
Em fazer valer a razão
Em detrimento do bonito sentimento
Que por tanto tempo
Fez vibrar de alegria
O teu carente coração?!
Já não sei o que pensar!
Quisera eu penetrar
No mais intimo de ti
Para lá ir buscar o verdadeiro motivo
Que estás a me ocultar.
Fechas mais uma vez
O teu coração para mim
Sem te dares conta de que agindo assim
Causas a ti próprio um grande mal!
Eu não posso permitir
Que te arruines assim
Desculpa-me eu insistir:
Volta para mim!
Se não por mim, fazes por amor a ti
Não me respondas já.
Pondera tudo. Deixe a poeira baixar
E, de forma serena e calma, um outro dia,
Deixa a tua alma me falar
E se me assegurares, no entanto
Que eu fui na tua vida um ledo engano
Eu me recolho à minha insignificância
E no santuário da minha alma
Vou viver das tuas lembranças











